Como alcançar o paradigma do desenvolvimento sustentável
A crescente demanda por políticas públicas sustentáveis e saudáveis, têm refletido diretamente no modo de vida da Cidade urbano-rural, dado ao tamanho das ocupações e distribuição de bens e serviços que se entrelaçam no porvir do Novo Paradigma da sustentabilidade que está subordinado ao Planejamento da Agenda 21 local, das BH, do PD, do Zoneamento Ambiental, Desenvolvimento sócio-econômico, etc.
Não existe uma fórmula única para se alcançar o desenvolvimento sustentável. Entretanto, não pode haver Planejamento Público sem a devida incorporação da gestão territorial e ambiental sustentável, ou seja, a visão do todo !! “SUSTENTABILIDADE consiste na construção linear do MÁXIMO benefício, para o MÁXIMO de pessoas, com a MÁXIMA participação produtiva do conhecimento”.
A respeito da CIDADE que queremos, para ONDE vamos, com que INSTRUMENTOS contamos, onde ENCONTRAR caminhos para a equidade de Justiça Social com Eficiência Econômica e Prudência ao Meio Ambiente , associados à cultura empreendedora da nossa gente, teremos, então, o Novo Paradigma em marcha.
Segundo os idealizadores da Conferência da Cidade que acontece esta semana, os temas mais emergentes são: A) as intervenções urbanas e a integração das políticas públicas nas zonas urbano-rural;. B)as intervenções urbanas e o controle social nas zonas urbano-rural;C) as intervenções urbanas e a captação de recursos nas zonas urbano-rural;D) capacidade administrativa e de planejamento e estrutura institucional; E)receitas municipais e ampliação de receitas próprias.
Todavia, não é certo alimentar uma esperança no “Reino de Necessidades” quando argüimos que a ILHA não pode comportar um Terceiro Mundo temático no escopo da própria Conferência, mas sim, capitalizar sua gente de forma incluir os passivos sociais, econômicos internos e ambientais da sinopse de mais de quinze anos da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo contrastando com o novo modelo de gestão ambiental corporativa para o atual século. Por exemplo, vamos sugerir que a palavra INTERVENÇÃO seja trocada por EXPANSÃO URBANA, onde deveria prevalecer a discussão sobre ocupação das encostas, fundo de vale, recarga de aqüífero, ordenamento e limites na expansão, dinâmica na produção de loteamentos, transporte e trânsito, habitação, patrimônio natural e arquitetônico, desenvolvimento sócio-econômico e meio ambiente.


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Monday, October 1st, 2007 at 6:56 pm under
