água e sua utilização para o desenvolvimento sustentável.
MARÇO está passando como se passam todos os meses. Mas, a cada março o mundo todo se curva para refletir sobre nossas águas. Aqui não foi diferente! Tudo leva a crer que o gênero humano já se tocou quanto ao saber usar, ao desperdício, reciclagem, derivações, e, sobremaneira, seu verdadeiro valor: social, ecológico, natural e capital. Este último ainda é algo distante do celeiro maranhense. Todavia, sua derivação para o saneamento ambiental continua sendo a grande arrancada para esta década.
Por outro lado, paralelamente ao mês das águas tivemos por parte da PMSL o II FMDS – e 21 de março condecorado como o Dia Municipal do Desenvolvimento Sustentável. O que então um município SUSTENTÁVEL ?Um município sustentável é aquele que: Não desperdiça recursos; Controla a poluição; Valoriza e protege a natureza; Utiliza recursos no atendimento às necessidades locais; Cuida da moradia, alimentação e saneamento básico; Amplia as oportunidades de trabalho; Valoriza o trabalho doméstico; Garante o acesso de todos ao transporte coletivo; Cuida da segurança da população; Garante a participação do cidadão no processo de decisão; Amplia as oportunidades de educação, lazer e recreação; Resgata a valorização do Gênero; Orienta a população para o planejamento familiar. É aquele que incorpora a dimensão ambiental em suas ações, que envolvem a inter-relação Homem- Sociedade – Natureza.
E os indicadores para se alcançar o DS?
Consumo de água em qualidade; Consumo de energia com eficiência e economicidade;
Produção de resíduos com menos, mais e melhor(desperdício ZERO) ;Qualidade do ar eficiente; Espécies da biota (fauna e flora)/monitoramento/fiscalização em equilíbrio;
Eficiência e/ou depleção no uso do solo(manejo adequado); Poluição sonora abaixo de 70 decibéis; Reciclagem – volume e facilidades; Compostagem domiciliar (sobras de alimento, palha, lenha,etc.); Energias alternativas (eólica, solar, biogás, biomassa);
Padrões de viagens( produtividade social, meios vocacionais, inovações); Acesso ao ambiente natural (preservação); Análise de risco dos impactos(indústrias, portos, esgoto, parques de lazer, praias, agro-químicos etc); (In) Segurança – riscos sociais (áreas de conflito por terra, ocupações, espaço, etc.); Menos desemprego (crescente área de conflito social); Associativismo – gestão de projetos e programas; Terceiro setor – produtividade social por políticas e planos. O desafio está posto.
O legado do mês das águas ficou por conta da Semana das Águas promovido pela Caema, onde a EDUCAÇÃO AMBIENTAL será ancorada pela rede UNIVIMA de comunicação; proposta feita por nós e apoiada por todos os parceiros do encontro – CEF,UNIVIMA, CAEMA, IMARH, ECOBELLA e SEMA. O ECO…..dará sua contribuição, pois já fazemos isso há anos……….


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Monday, September 24th, 2007 at 7:02 pm under
