março – mês da água
22 de março – DIA MUNDIAL DA ÁGUA. Portanto, quanto maior o desperdício, bem maior será a falta. O meio ambiente e a economia estão na mesma ÓRBITA.
O SER humano acha que ele é capaz de produzir alguma coisa. Infelizmente, a má notícia é que o ser humano não produz nada. Nós não produzimos nem matéria, e tão pouco Energia. Somos meros transformadores dos recursos. E isso significa que tudo que está em nossa volta, sem exceção, veio da natureza, inclusive o sistema econômico. Então não dá para escapar disso. As duas coisas estão extremamente interligadas e interdependentes.
E a outra má notícia é que o sistema econômico não é a ponta forte. É a ponta fraca porque o meio ambiente oferece serviços que nós não somos capazes de produzir e que estão sendo abalados por causa da nossa atuação precária e descuidada em relação à Mãe Terra. Basta lembrar dois fenômenos globais: O maior processo de extinção da vida nos últimos 65 milhões de anos; causada pela ganância humana, e o Aquecimento Global. LEMBRANDO que esses não são os nossos únicos problemas. Tudo isso está ocorrendo porque a gente criou a economia do descarte, vivemos o mito bota fora, inclusive H20.
A gente acha que consegue jogar fora alguma coisa, mas a natureza é um sistema fechado(tudo se recicla). Nada pode ser jogado fora. Nós transformamos o Planeta numa enorme lixeira conosco dentro. E A ÁGUA?
A ÁGUA faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida e de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceder como são atmosfera, o clima, a vegetação, a agricultura, a indústria, etc.
O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado no Art. 30 de Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo a água deve ser manipulada com racionalidade, preocupaçãoEparcimônia.
O equilíbrio e o futuro de nosso Planeta dependem da preservação da água e dos seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente, para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos por onde os ciclos começam.
A água não é somente uma herança dos nossos predecessores, ela é sobretudo um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do Homem para as gerações presentes e futuras.
A água não é uma doação gratuita da natureza, ela tem um valor econômico: é preciso saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento, para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração de qualidade das reservas atualmente disponíveis
A utilização da água implica o respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo o homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo Homem nem pelo Estado.
A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.


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Monday, September 24th, 2007 at 6:59 pm under
