Novo governo inserindo o MA na rota do desenvolvimento sustentável
Um novo Governo precisa de um novo jeito de fazer Política. Ai está o Governo Jackson Lago dando mostras do que veio. Se ainda é cedo para descurtinar novas esperanças, não é cedo para passar à construção de novos paradigmas.
A grande reflexão presente é sabermos onde estamos !? O que queremos e como chegar lá?! Usando a filosofia do ex-presidente Juscelino Kubischek, de fazer 40 anos em 4, e para isso é necessário ajustarmos com o mesmo pensamento os segmentos que tratam da administração dos recursos naturais do Estado, da produção agrícola, da indústria e do comércio e do planejamento para definirem o modelo da economia que queremos e cujas características devem contemplar, distribuição de renda, respeito à capacidade de suporte dos ecossistemas, habilidades de nossa mão-de-obra, eficiência na energia humana, cultura eficiente com resgate das habilidades locais, tecnologias inovadoras e de base tecnológica competitiva, em especial, ao agronegócio e a agro-industrialização de pequena escala e um planejamento capaz de implementar uma AGENDA 21 COMPACTUADA com as aspirações do povo maranhense.
Esse novo despertar implica em mudar os procedimentos rancorosos para recuperarmos o tempo perdido e iniciarmos imediatamente uma longa caminhada que deve passar da quantidade para qualidade, do consumerismo para o desperdício zero, do progresso a qualquer custo para o desenvolvimento equânime, da eficácia dos processos produtivos para minimização de riscos ambientais, do imposto progressivo para o ICMS sócio-ambiental, do analfabetismo para excelência em educação qualitativa, do saneamento básico para o ambiental, da exclusão social para universalização do produzir socialmente, do desgaste do transporte público para meios mais limpos de manejo e deslocamento, da renda mínima para o máximo benefício com QV. Qualquer desenvolvimento que almeje investir no Conhecimento e na Educação de qualidade já transmite um NOVO PARADIGMA.
Modelar o FUTURO DO MARANHÃO para não deixar esse ESTADO ser considerado apenas MEIO e sim um TODO POSITIVO. Assim é que não se pode pensar em mudanças sem introduzir novas fontes de conhecimento. Olhar o MUNICÍPIO como ente VIVO é usar os indicadores do zoneamento ecológico-ecoômico e do gerenciamento costeiro como fontes alternativas de desenvolvimento sustentável centrado no SER e não somente no TER.
Nesses dois meses de Governo JLago já assistimos muitas tentativas de demonstração do que pode ser palmilhado; desde o Zoneamento agrícola recém disponibilizado pela Embrapa ao Governo, Fórum de empresários, Consórcio Ceste, Rede de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, Pólo Gesseiro, Agronegócio, Hidrovia Araguia-Tocantins-Itaqui, Pólo Siderúrgico em aspirações privadas e públicas, faltando apenas as políticas públicas para as escalas sociais de construção do desenvolvimento social sustentável . E como construir o Desenvolvimento Social Sustentável?
Segundo o secretário do Planejamento, Aziz Santos, com a implementação da AGENDA 21 ESTADUAL como estratégia de planejamento e alcance das reais possibilidades de sucesso do Novo Governo. Para tanto, segundo ele, o Governo do Estado deve lançar este mês as bases de implementação do Grupo Executivo de construção da A-21.


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Monday, September 24th, 2007 at 6:58 pm under
